As vezes me pergunto pq tenho que escutar certas merdas. E pq tenho que conviver com os(as) autores das frases mais idiotas que já ouvi.
-Explico:
Tem uma figura que trabalha comigo. Tem nível superior, pós, viagens e tals no curriculo. Tinhamos que preencher uma ficha de cadastro no lugar onde trabalho, eis que a anta inicia o seguinte diálogo comigo:
(Dá até um negócio por dentro de lembrar como doeu ter que ouvir -e segurar o riso- no momento em que "pessoa" falou)
A figura diz: -Nossa como é grande esse papel né?
(não era papel e sim a ficha de cadastro que era grande)
Respondo eu: é né....
(e penso: putz...q figura)
A figura diz: - Cada pergunta...
Respondo eu: -é.
(Do tipo cala boca e responde essa porra queta)
A figura pergunta: - E aqui em escolaridade o que eu ponho?
(E me olha com cara de nádega esquerda)
Penso: -Que tal um ovo?
Ergo meus olhos e olho pra figura que neste momente se mostra aflita por deparar por tal questão, tão dificil de responder e digo: - Vc é farmacêutica não é? Fez faculdade não é?
(Quase engasgando com o próprio riso)
E a besta responde: -Então é nível superior né?
(Sem comentários)
Respondo enfim: - Sim
Mas penso em falar e me arrependo de não ter falado: Não, é Mobral* incompleto, põe ai que é a mesma coisa.
É por essas e outras que eu penso que deveria existir um manual de como usar os seus miolos vendendo a preço de banana na banca. Pra eu não ter que ouvir essas merdas. As universidades que preparam merdas para o mercado ou as merdas vem prontas e só pioram com tempo?
Juro pela minha bolsa roxa que isso aconteceu comigo
*Movimento brasileiro da alfabetização
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2 comentários:
Eu não lembro mais como cheguei aqui - miolos cansados, madrugada já. Mas morri de rir lendo aqui, gostei muito do post do Ferraço e dos emos na banheira - me explica que merda é essa.
;)
caramba, o papo foi mesmo feio..
hahaha
=*
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